Por Paulo Marchetti
Manchester é uma das maiores economias urbanas da Inglaterra. Foi fundada em 79 d.C. (praticamente um neném… jeje) e foi também uma das primeiras cidades industrializadas do mundo. Fábricas e fábricas surgiram em meios as casas e a arquitetura vitoriana.
Além de uma cena musical bastante significativa para a cultura pop moderna, lá também foi desenvolvido o primeiro computador programável do mundo e também foi em Manchester que cientistas conseguiram dividir um átomo pela primeira vez.
Manchester tem muuuita história, mas o importante aqui é a cena musical, o rock pop, que começou quente nos anos 1960 com Freddie and the Dreamers, Wayne Fontana and the Mindbenders, Herman’s Hermits e The Hollies. E só foi melhorando com Joy Division, Buzzcocks, Fall, Smiths, Simply Red, Stone Roses, Oasis e Ting Tings. São dezenas, centenas de nomes que saíram de Manchester, fizeram história e invadiram selos, gravadoras, mídia e paradas de sucesso.
Mas depois do sucesso dessas quatro bandas dos anos 1960 (que chegaram a ficar nas primeiras posições da Billboard), outra cena começou a ser desenhada principalmente a partir de um show que o Sex Pistols deu em 1976. Mas isso é pra depois. Pra começar a entender Manchester comecemos pelos anos 1960.
Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!
























