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29jan

Etta James @ Prateleira

Por groupie | Categorias: Música, Prateleira

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21dez

Manchester #4

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

A vida noturna em Manchester é intensa. São milhões de libras gastas por ano tanto pelos moradores da cidade, quanto por turistas vindos de toda a parte, incluindo a própria Inglaterra. Estima-se que os bares, restaurantes e casas noturnas de Manchester empregam quase 12 mil pessoas.

The Hacienda, a casa noturna que Tony Wilson abriu em 1982, foi de suma importância para a cena musical do final dos anos 1980, conhecida como Madchester.
Essa cena cresceu e despontou junto com um novo comportamento jovem, ditado por drogas como Ecstasy, a cultura rave, o acid house e o ressurgimento do símbolo Smiley. Tudo isso acabou refletindo na música que misturou o rock com psicodelismo e elementos eletrônicos. Tudo isso se pode ver em alguns videoclipes dessa época, com muito cabelo “tijelinha” na cara, luzes e roupas coloridas.
Nessa casa noturna (que, claro, está no filme 24 Hours Party People) passaram os grandes nomes de Manchester, incluindo New Order e The Smiths que lá tocaram diversas vezes.
Madchester deu novo gás para a tríade Sexo, Drogas & Rock’n’Roll, e os principais nomes desse período foram The Charlatans, A Guy Called Gerald, 808 State, James, Northside, Inspiral Carpets, Happy Mondays e The Stone Roses. Todas elas surgidas nos anos 1980. Era uma cena mesmo! Dá para perceber isso pela sonoridade parecida de algumas dessas bandas. Todos se encontravam e se divertiam juntos.

Se você pensa que Oasis é puro Beatles, então ouça as bandas da Madchester e verás de onde saiu boa parte da sonoridade da banda.

PS: Este é meu último post de 2011. Férias! Boas festas e maravilhoso 2012 pra você!

 

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

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14dez

Manchester #3

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

Com uma cidade cheia de fábricas e sendo uma das primeiras da revolução industrial, nada mais natural ter uma gravadora chamada Factory Records. A história é longa (na verdade de toda Manchester), e vou resumir.

Tony Wilson era um repórter da TV Granada que depois de ter visto o show do Sex Pistols resolveu, aos 27/28 anos, abrir uma gravadora independente para gravar e lançar a cena local. O 1º grande nome foi Joy Division, que na época era apenas uma banda alternativa, uma promessa.

Tony também abriu outro negócio como braço da Factory, a casa noturna The Haçienda, importantíssima na cena local na virada dos 1980 para os 1990 com Stone Roses, Happy Mondays, Inspiral Carpets, Northside, que inclusive recebeu o apelido de Madchester.
Tony Wilson foi um dos responsáveis pela divulgação do pós punk e em seu catálogo há Joy Dovision, The Durutti Column, Cabaret Voltaire, New Order, Happy Mondays, Revenge, Eletronic, A Certain Ratio e outros. Há a coletânea FAC 2, que traz os primeiros registros de Joy Division, The Durutti Column e Cabaret Voltaire.

A história da Factory Records e de Tony Wilson virou o filme 24 Hour Party People (no Brasil “A Festa Nunca Termina”). Tem quem goste e quem não goste, mas é um bom registro inclusive com participação de alguns músicos.

Em 2007 , Wilson teve câncer renal e foi obrigado a retirar um rim. Ele não tinha plano de saúde e o sistema de saúde público de Manchester se recusou a custear seu tratamento. Ele precisava de um medicamento que lhe custaria 3.500 libras por mês e como não tinha dinheiro, foi ajudado por seus amigos músicos – ele costumava dizer que era o único dessa turma a não ganhar dinheiro.
O câncer avançou e Tony Wilson morreu em 10 de agosto de 2007, aos 57 anos.

 

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

 

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07dez

Manchester #2

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

Os anos 1970 chegaram cheios de novidades, Manchester não parava, pelo contrário, estava ligada a tudo que acontecia, e foi assim que Howard Devoto e Pete Shelley, ambos do Buzzcocks, convidaram o Sex Pistols para um show em Manchester que aconteceu em meados de 1976. Outra banda seminal da cena punk de Manchester foi Slaughter & The Dogs. 42 pessoas na platéia. Entre os presentes estavam Peter Hook e Bernard Sumner (Joy Division / New Order), Morrisey (The Smiths), Mark E Smith (The Fall), Tony Wilson (Factory Records) e até Mick Hucknall (Simply Red).
Claro, o show mexeu com todos que ali estavam e assim surgiram novas bandas: Joy Division, The Fall, The Durutti Column foram algumas delas.
No início de 1977, outro evento que marcou a história musical de Manchester (e do punk) foi o lançamento do EP Spiral Scratch, do Buzzcocks, o primeiro lançamento independente da cena punk rock. Um ano e meio depois veio o 1º lançamento de Joy Division e do The Fall. Aliás, nessa época o Joy Division ainda soava como uma banda punk. Mas o que ajudou tudo isso acontecer foi o surgimento do selo Factory Records de Tony Wilson, importantíssimo nessa cena que começava a surgir, e que merece um capítulo a parte.

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

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30nov

Manchester #1

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

 

Manchester é uma das maiores economias urbanas da Inglaterra. Foi fundada em 79 d.C. (praticamente um neném… jeje) e foi também uma das primeiras cidades industrializadas do mundo. Fábricas e fábricas surgiram em meios as casas e a arquitetura vitoriana.
Além de uma cena musical bastante significativa para a cultura pop moderna, lá também foi desenvolvido o primeiro computador programável do mundo e também foi em Manchester que cientistas conseguiram dividir um átomo pela primeira vez.
Manchester tem muuuita história, mas o importante aqui é a cena musical, o rock pop, que começou quente nos anos 1960 com Freddie and the Dreamers, Wayne Fontana and the Mindbenders, Herman’s Hermits e The Hollies. E só foi melhorando com Joy Division, Buzzcocks, Fall, Smiths, Simply Red, Stone Roses, Oasis e Ting Tings. São dezenas, centenas de nomes que saíram de Manchester, fizeram história e invadiram selos, gravadoras, mídia e paradas de sucesso.
Mas depois do sucesso dessas quatro bandas dos anos 1960 (que chegaram a ficar nas primeiras posições da Billboard), outra cena começou a ser desenhada principalmente a partir de um show que o Sex Pistols deu em 1976. Mas isso é pra depois. Pra começar a entender Manchester comecemos pelos anos 1960.

 

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

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23nov

Stone Roses

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

No final de outubro The Stone Roses anunciou sua volta. Sim! John Squire, Ian Brown, Mani e Reni estão de volta.

Até quando ninguém sabe, nem eles. Mas verdade é que já há shows agendados para 2012, além de um possível 3º disco. Atenção empresários com cifras nos olhos, tragam Stone Roses para esses festivais caça níqueis. Não marquem toca!

Não é exagero dizer que Stone Roses é a mãe (e o pai) do que foi o Britpop dos anos 1990. A banda surgiu em Manchester (viva Manchester!) em 1985 e lançou o 1º e revolucionário disco em maio de 1989. Seu maior hit “Elephant Stone” foi produzido por Peter Hook (New Order) e até hoje faz qualquer pista ter um brilho a mais.
Stone Roses foi uma das primeiras bandas a misturar a sonoridade sixtie (Beatles, Who, Kinks, Stones) com a emergente cultura Acid House na virada dos 1980 para os 1990. Atrás dela vieram outras que copiaram a postura e sonoridade de SR.

Nem todas as voltas são maravilhosas ou necessárias, mas a do Stone Roses é absolutamente sensacional. Em sua turbulenta carreira, que durou até outubro de 1996, a banda lançou apenas 2 álbuns, mas que até hoje são referências não só para os ingleses, mas para qualquer um que queira fazer um rock moderno com pegada vintage.
Stone Roses foi grande demais, todo mundo queria formar uma banda como Stone Roses, todo mundo queria ver Stone Roses, todo mundo queria compor como Stone Roses… o Beatles dos anos 1990. Que o digam os irmãos Gallagher.

Estou simplesmente arrepiado e emocionado assistindo aos vídeos. Essa volta é um tapa na cara de muita bandeca que se acha sem razão.

Stone Roses Rules!

 

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

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16nov

Quem é Amy Winehouse? – Vol. 2

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

Claro que recebi pauladas de todos os lados pelo texto do Vol. 1 e eu sabia que isso iria acontecer, já que o escrevi pouco tempo depois de sua morte. Gerou muita conversa e, incrível, consegui fazer algumas pessoas que a defendiam pensar melhor. Não deram o braço a torcer, mas conseguiram ver razão nas minhas colocações. Afinal, quem é Amy Winehouse, senão mais uma celebridade desses tempos de ‘celebridade instantânea que alimentam a internet’.
Entre essas conversas alguns artistas foram citados, como Kurt Cobain, aí na hora lembrei que nunca vi ou li uma entrevista bacana com Amy. Ela surgiu, fez a festa dos caçadores de celebridades, lançou dois discos, apareceu bêbada, drogada, mal humorada, morreu e não disse ao que veio. Nunca se preocupou em mostrar seu amor pela música, pelos seus ídolos. Em nenhum momento nessa curta e discreta (na música) carreira ela mostrou seu conhecimento e vontade de crescimento e evolução.
Artista de verdade é formador de opinião, tem o que dizer, serve de voz para seus fãs, tem boas idéias, ama seus ídolos e faz questão de divulgá-los. Artista de verdade deixa legado nas palavras, nas músicas e nas atitudes.
Por isso tudo continuo a me perguntar: Quem é Amy Winehouse?

PS: Lembro que minha opinião não é necessariamente a mesma do Groupie Cultural.

 

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

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09nov

Bugsy Malone

Por colaborador | Categorias: Artigos, Filme, Música

Por Paulo Marchetti

Para qualquer pessoa certamente é muito difícil escolher o melhor filme que já assistiu. Eu tenho o meu: Bugsy Malone, que aqui no Brasil recebeu o título “Quando as Metralhadoras Cospem”.
A estrela principal desse filme é Jodie Foster, que na época tinha 13 anos. Apesar disso já era veterana com mais de 15 participações em filmes e programas de TV.
A 1ª vez que o assisti fiquei de queixo caído, mas não foi fácil revê-lo, já que na época não existia videocassete e, mesmo depois da chegada das locadoras, era impossível achar o filme para alugar.
Quando surgiu essa coisa toda de música pela internet, primeiramente com o Napster, Bugsy Malone foi a minha primeira procura. Não tive a menor dúvida quando me mostraram esse programa revolucionário.
A direção do filme foi de Allan Parker (Expresso da Meia Noite, Fame, The Wall, Birdy, Commitments) e a trilha sonora foi composta por Paul Williams.
É um filme de gangster que se passa nos anos 1920, mas todo feito com crianças, uma revolução na época. As metralhadoras atiravam bolas de marshmallow e os carros tinham pedais. Sensacional!!!!!!!
A trilha sonora é um caso a parte. Pra mim, sem exagero, é a melhor trilha sonora do universo. Passei anos com as músicas na cabeça. Devo ter visto o filme pela 1ª vez em 1980 e só fui conseguir a trilha em 2000.
Esse filme e sua trilha são muito importantes para minha vida. Antes de iniciar este texto fui ao You Tube para achar as partes musicais, desde então até agora estou emocionado e arrepiado. Infelizmente até hoje não achei o filme para vender aqui no Brasil. Uma pena.

É melhor você assisti-lo antes de morrer. Quem avisa amigo é!

 

 

 

E pra quem curte trilhas sonoras, dêem uma olhada na programação do CCSP, na nossa agenda.

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

 

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02nov

The Mooney Suzuki

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

The Mooney Suzuki foi formado em 1997 e é de Nova York. Mas se eu colocasse pra você escutar sem essas informações certamente você iria me dizer que se trata de uma banda de Detroit do final dos anos 1960.
A sonoridade é absolutamente idêntica a que se fazia no chamado Detroit Rock, no qual fazem parte The Stooges, MC5 e Grand Funk Railroad. É uma típica garage band do final dos anos 1960, com guitarra suja e alta, baixo igualmente sujo e bateria bem barulhenta. Do jeito que se fazia. O timbre de voz do vocalista Sammy James, Jr. ajuda muito nessa identificação.
O baixista do Strokes Nicolai Fraiture já tocou no Mooney Suzuki. A banda está atualmente em estúdio gravando seu 5º trabalho. Em 2003 ela foi a responsável pela música tema do filme Escola do Rock, com Jack Black, que inclusive participa de um clipe do MS.
Você que gosta desse tipo de barulheira vale muito escutar os dois primeiros trabalhos: People Get Ready (2000) e Electric Sweat (2002).

 

Paulo Marchetti é jornalista, diretor e roteirista de programas para televisão. Nasceu em Piracicaba (SP) e cresceu em Brasília (DF). Nos anos 1990 trabalhou na MTV Brasil e em 2001 lançou o livro O Diário da Turma 1976-1986. Em 2007 criou o blog Sete Doses de Cachaça onde escreve sobre cultura pop. Ama The Stranglers, The Clash, Dead Kennedys e Talking Heads. Ama também a deusa Natasha Kinski!

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26out

Electro Rock # {1}

Por colaborador | Categorias: Artigos, Música

Por Paulo Marchetti

Todas aquelas pessoas que nasceram de 1980 para trás se lembram bem de The Jetsons. Toda essa geração sempre imaginou que quando chegássemos em 2000, estaríamos vivendo como eles: carros voadores, esteiras rolantes por toda casa, robôs, casas flutuantes e até coisas que já temos, como telefone com visor.
Talvez, por tudo isso somado com toda a novidade tecnológica diária, alguém cunhou o termo electro rock para algumas bandas que estavam surgindo no final dos 1990 e início de 2000. Verdade é que isso sempre existiu, desde Kraftweirk, Devo, New Order e outros tantos, bons ou ruins.
Nessa cena da primeira década de 2000 até tinha (tem) nomes bons, mas fato é que esse negócio de electro rock soa limitado, não é pra qualquer um. Mesmo que muitas dessas bandas tenham também fortes influencias da sonoridade pós-punk de PIL, Television, The Cure e Gang of Four.
Se alguém tentou criar uma cena, isso não aconteceu. Não ao menos como foi o punk e o grunge, por exemplo. Mas ao menos deixou alguns bons hits que divertem uma pista.

 

 

 

 

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